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Fertilização In Vitro: O que é? E Quando Considerar Esse Caminho

  • Foto do escritor: Mariana Medina
    Mariana Medina
  • 15 de jul. de 2025
  • 3 min de leitura

Atualizado: 17 de jul. de 2025

“Se você já tentou de tudo e o positivo não veio, ou se sente que o tempo está passando e ainda não é o momento ideal para ser mãe, eu quero te contar: existe um caminho possível. E ele pode começar pela Fertilização In Vitro.”


O que é Fertilização In Vitro?

A Fertilização In Vitro, ou FIV, é uma das técnicas mais eficazes da reprodução assistida. Nela, o processo de fecundação (união do óvulo com o espermatozoide) acontece fora do corpo da mulher, em laboratório. Depois que o embrião se forma, ele é transferido para o útero para que possa se desenvolver naturalmente — como em uma gestação comum.

É um tratamento que une ciência, tecnologia e muita delicadeza, e que pode ser a chave para o sonho da maternidade para muitas mulheres e casais.


Para quem a FIV é indicada?

A FIV pode ser uma excelente alternativa para diferentes situações. Em minha prática clínica, costumo indicar esse tratamento para:

  • Mulheres com baixa reserva ovariana ou idade mais avançada (geralmente acima dos 35 anos)

  • Casais com infertilidade sem causa aparente

  • Pacientes com obstrução das tubas uterinas

  • Homens com alterações importantes no espermograma

  • Mulheres que já passaram por outras tentativas sem sucesso, como inseminações

  • Casais homoafetivos ou mulheres solteiras que desejam engravidar com doador


Cada caso é único. Por isso, sempre faço uma avaliação completa para entender se a FIV é o melhor caminho — ou se há outras opções antes.


Como funciona o passo a passo da FIV?

Muitas pacientes chegam ao consultório com medo de que o processo seja longo ou doloroso. Eu gosto de explicar tudo com calma, mostrando que, apesar de exigir comprometimento e acompanhamento, a FIV pode ser uma experiência muito mais tranquila do que se imagina.

Aqui está o resumo das etapas:

  1. Estimulação ovariana: Uso de medicamentos hormonais para estimular os ovários a produzirem mais óvulos.

  2. Coleta dos óvulos: Procedimento simples e seguro, feito sob sedação.

  3. Fertilização em laboratório: Os óvulos são fecundados com os espermatozoides em ambiente controlado.

  4. Formação e cultivo dos embriões: Acompanhamento cuidadoso da evolução dos embriões.

  5. Transferência embrionária: Um ou mais embriões são colocados no útero, de forma indolor.

  6. Beta-HCG: Cerca de 10 dias após a transferência, fazemos o teste de gravidez. É o momento mais esperado — e emocionante.


Quando considerar a FIV?

Cada mulher tem seu tempo — e seu momento. Mas alguns sinais podem indicar que vale a pena conversar sobre a FIV:

  • Tentativas naturais sem sucesso por mais de 12 meses (ou 6 meses, se você tem mais de 35 anos)

  • Diagnóstico de problemas de fertilidade em um dos parceiros

  • Histórico de doenças ginecológicas como endometriose ou síndrome dos ovários policísticos (SOP)

  • Desejo de preservar a fertilidade para o futuro, congelando embriões


Se você se identificou com algum desses pontos, saiba que é totalmente possível fazer uma avaliação sem compromisso para entender melhor suas possibilidades.


Uma escolha que pode mudar tudo

A FIV não é apenas um tratamento — é uma nova chance. É o recomeço para quem já chorou em silêncio, para quem ouviu que “é só ter calma”, para quem já pensou em desistir.

Como médica e como mulher que passou pela infertilidade, eu te digo com o coração: vale a pena acreditar mais uma vez.


Vamos dar o primeiro passo juntas?

Se você está em Campo Grande ou região e quer conversar sobre a Fertilização In Vitro, estou à disposição para te ouvir, orientar e cuidar de você com todo o carinho que essa fase merece.


📆 Agende sua consulta e descubra se a FIV é o caminho ideal para o seu sonho.


Com carinho,

Dra. Mariana Medina

Ginecologista e Especialista em Reprodução Assistida

 
 
 

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